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...uma obra Imortal !
Jorge Amado deixou-nos...

...uma obra imortal!
Reunimos, só para si, as mais célebres
obras do talentoso escritor, que imortalizou o espírito,
a cor e a vida da Baía. Embaixador da língua
portuguesa, a sua escrita seduz todos os cinco sentidos,
sempre repleta de cores, perfumes, sons e texturas.
Deixe-se guiar pelo sabor da escrita brasileira
e conheça um pouco mais, deste grande marco
da literatura.
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Tieta
do Agreste
A obra de Jorge Amado, já tão pródiga
em figuras femininas, desde Gabriela
a Tereza Batista, passando por Dona
Flor, enriquece-se agora com mais uma,
de cuja índole o leitor ajuizará pelas
páginas deste livro. Chama-se Tieta,
e Jorge Amado foi arrancá-la ao Agreste,
onde era pastora de cabras...
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Tenda
dos Milagres
Na ânsia de nos apresentar a figura de um
certo Pedro Archanjo em sua inteireza, o
autor encheu-se de ambição, quis abarcar
o mundo com as pernas, misturou tempos e
espaços romanescos, alhos e bugalhos. |
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Dona
Flôr e seus dois maridos
É, com efeito, uma história fascinante e
pitoresca esta de Dona Flor, viúva alegre
da Bahia, cujas noites de amor são atormentadas
pelas visitas do seu defunto marido, anjo
estranhamente tutelar, bem agarrado, no
entanto, aos gozos e aos bens terrenos de
outrora.
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Gabriela
Cravo e Canela
É sobretudo um romance de amor: o amor
da mulata Gabriela, heróico, selvático,
primitivo e livre. De uma sensualidade
esfuziante, plena de alegria, enamorada
da vida mesmo quando esta a atraiçoa,
Gabriela transforma-se no símbolo da
liberdade do amor.
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ABC
de Castro Alves
Um baiano fala de outro baiano. Castro Alves,
poeta do povo, defensor da abolição da escravatura
e da implantação da República, bardo dos
escravos e dos humildes, é restituído, através
da palavra de ouro de Jorge Amado, á sua
dimensão de figura exemplar das letras brasileiras.
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Gato
Malhado e a Andorinha Sinhá
“A história de amor do Gato Malhado
e da Andorinha Sinhá, eu a escrevi em
1948, em Paris, onde então residia com
minha mulher e meu filho João Jorge,
quando este completou um ano de idade:
presente de aniversário; para que um
dia ele a lesse. Colocado junto aos
pertences da criança, o texto se perdeu
e somente em 1976, João, bulindo em
velhos guardados, o reencontrou, dele
tomando finalmente conhecido.(...)”
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